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Lançamento Revista Clinerman

É com grande prazer que apresento a revista Clinermam de RPG ,criada por um trio de rpgistas muito criativos moradores de Itaguai .Desde de Abril desse ano eles veem desenvolvendo seu trabalho que agora conta com sua versão impressa.Confiram esta super novidade!


O Nascimento de uma nova revista

Segundo Marlon Oliveira um dos criadores da revista a ideia de desenvolver a Clinermam surgiu de uma conversa entre amigos:
- Marlon, você não tem noção do que eu descobri!
- Entra aí, cara. O que houve?
- Lembra daquela história antiga da Távola Cultural e de fundar uma revista que falasse de Literatura Fantástica e RPG?
- Cara, isso faz tempo…
- Então, a gente não tinha como produzir a revista por falta de apoio de uma editora ou de uma gráfica, certo?
- Uhum.
- Então, acabei de descobrir que tem como nós mesmos providenciar essa produção sem gráficas nem editoras comerciais… Tá a fim de perder uma grana nisso?

Daí pra frente foi simples. Ligamos pro Schuabb e marcamos uma reunião: 23 de abril, o dia que revolucionou a Literatura Fantástica brasileira! O dia da fundação da Távola Cultural e da Clinamem!!
Assim Marcello Schuabb ,Marlon Oliveira e Maurício do Reis fazem nascer uma das mais fantásticas revistas de RPG.

Interavitividade

O grupo da revista Clinermam apoia jovens escritores que adoram criar contos de mundos fantásticos e se você é um desse jovens mande seu conto para eles que ele poderá estar sendo publicado na próxima edição da revista e-mail: revista.clinamem@gmail.com
Também é possível o envio de cartas ,com idéias ,criticas ou sugestões ,mas como nossos amigos estarão muito ocupados desenvolvendo a revista eles resolveram contratar um grupo de heróis para fazer esse trabalho e abaixo vamos conhecer um pouco sobre eles:

Christine é uma barda muito atrapalhada e muito divertida. Ela é uma excelente flautista. Ela também é uma mentirosa extremamente hábil. (ela tem mania de mentir, mesmo quando não é necessário) Apesar de suas boas intenções (que ela alega ter), ela acaba sempre fazendo as coisas do modo mais difícil, com planos mirabolantes que são extremamente complicados.

Klaus é um sacerdote muito nobre. Vocês o conhecerão na primeira edição da Clinamem, segundo o seu diário. Klaus é um homem esperançoso, que acredita na sorte, e um líder dentre seus amigos. Amigo de Christine, Klaus é um homem muito sensato, extremamente ligado à família e à sua igreja.

Porthius é um guerreiro estrategista, que luta com muita honra – respeitando tradições e todas as conveniências da hierarquia militar. Um homem devotado aos seus valores e à sua pátria. Um herói de sua terra. Um homem gentil, de coração muito puro, cuja vida é legada ao serviço dos bons governos e da ajuda ao próximo, juntamente com sua igreja.

Com estes três ajudantes, vocês terão companhia para conversarem dos mais variados assuntos. Ao mandarem cartas, digam quem vocês gostariam que respondesse (caso contrário, todos eles irão respondê-los), e eles farão isso com todo o prazer.

A Primeira Edição

A primeira edição contara com uma rica variedade de informações e novidades:

  • Contando a primeira aventura do sacerdote Klaus Kalamary, o primeiro conto de capa, “A Mansão de Gunter”, narra uma história de fantasia e aventura onde seu herói deve contar com a ajuda de recém conhecidos amigos e de um pouco de sorte para escapar dos experimentos de um maligno necromante.
  • Para os amantes do RPG, teremos ainda a imensa satisfação de contar já em nosso primeiro número com a narrativa de Marcelo Telles em “A Guarda Negra de Dol Mordhar (Prólogo)”, conto oficial do “Crônicas da Sétima Lua”, cenário do mesmo autor publicado pela Conclave Editora.
  • Os primeiros contos de Mênfis, um cenário inédito esperando por publicação e que já nasce com suas primeiras narrativas, seguindo um caminho inverso do tradicional. Nessa linha vocês poderão ler “Fragmentos”, que retrata uma reunião entre alguns dos maiores arcanos de Mênfis e “O Homem que Desafiou o Tempo”, que conta uma fábula muito famosa neste mundo.
  • Fechando a revista temos ainda “O Nevoeiro”, com uma trajetória um tanto sóbria a nos mostrar que nem sempre é bom duvidar dos mitos do povo, “Uma Última Batalha”, narrando o momento de maior glória de um guerreiro, e “Tempos de Luta”, que com uma narrativa apaixonada retrata através de uma personagem fictícia acontecimentos reais da Revolução Francesa.

A revista poderá estar sendo adquirida pela compra na internet no email revista.clinamem@gmail.com ou pelos seguintes pontos de venda:

Itaguaí:
Banca Fênix (no Calçadão)
Banca Shopping Cultural (próxima a Lojas Cem)
Banca do Mário Jorge (em frente ao Supermercado Santa Cruz)
Banca do Niel (em frente ao Supermercado Guanabara)
Banca do Palmieri (próxima ao Shopping)

Seropédica:
Banca Central (próxima a praça do 49)
Xerox do Instituto de Veterinária (na UFRRJ)

Rio de Janeiro:
Banca do Largo do machado (próxima ao metrô)

Embarquem nesse novo mundo e curtam novos desafios.

Rio 40°

Por Carlos Klimick

Ricardo caminhava com Cíntia pela praia, despreocupado, curtindo seu bronzeado. Do alto de seus 1,90m e corpo definido, se achava o máximo. Ele tinha boa situação financeira, um emprego estável e um pai com grana. Cíntia era sua atual namorada, não que fosse a única – aos 21 anos de idade estava no auge da forma e queria aproveitar. Era uma desculpa, pois achava que jamais seria fiel, mas servia para o momento. Ricardo era um canalha e sabia disso, mas…tudo bem. A mulherada se amarra num canalha. Era domingo pela manhã, ‘tá bom, meio-dia, mas no domingo até duas da tarde era “de manhã”. Ele estava fazendo a social, curtindo ver as mulheres e ser visto por elas. Depois viria o almoço com a família de Cíntia, mais uma social e sair para zoar…sozinho, claro! Cíntia parou para apreciar umas peças de artesanato que uma moça estava vendendo. Às vezes Cíntia era um saco! Já tinha parado para beber água de coco, para tomar sorvete, para fofocar com amigas, mas tinha ficado impaciente quando Ricardo parou para tomar uma inocente cervejinha com os amigos. Resolveu não se aborrecer e olhar. Ricardo não achou o artesanato grande coisa, mas a artesã…. Ela não era muito bonita, morena de estatura mediana e longos cabelos escuros, mas tinha, sei lá, um carisma, um ar assim meio selvagem. Sentiu-se atraído, seu membro começou a exercitar seu direito de se manifestar. Ele a devorou com os olhos.

A moça pareceu perceber seu olhar, ela ergueu a cabeça, olhou para Cíntia, depois para ele, sustentou seu olhar e depois sorriu. Ricardo também sorriu pensando: – Ganhei. Ele fez uma boa compra, exibindo seu dinheiro, o que deixou Cíntia feliz, ele feliz e a artesã feliz. Despediu-se e seguiu seu caminho com Cíntia. O resto do dia foi interminável, com as frescuras de Cíntia, o almoço com os pais de Cíntia, o papo de Cíntia, a cara da Cíntia, quando finalmente foi embora deixou escapar um suspiro de alívio. Quando entrou no carro, já sabia aonde queria ir. A artesã tinha ficado em seus pensamentos a tarde toda. Ela parecia meio maluquete e provavelmente toparia coisas que a bobona da Cíntia jamais toparia. Excitado, ligou o carro e partiu a toda. Chegou na praia pouco antes do pôr-do-sol. Encontrou a artesã já guardando suas coisas. Parou o carro em frente e buzinou para ela. A moça, pois devia ter por volta dos vinte anos, franziu o cenho e se aproximou. Ele baixou a janela, ela o reconheceu e sorriu. Não estava surpresa, devia estar esperando por ele. Ótimo, gostava de ingênuas, mas também gostava de safadas. Hoje estava a fim de uma cachorra. Ela entrou no carro e ele a levou pra comer algo num trailler ali perto. O papo foi bom, olhares, toques, sorrisos, ele mal se conseguia se conter. Ele praticamente via através da blusa e da saia dela. O colarzinho, a roupinha meio “hippie”. Ricardo podia sentir que ela também o desejava, a menina o estava devorando com os olhos. Saíram de carro para uma praia deserta, sugestão dela. A praia realmente estava deserta.

Ricardo estacionou junto a areia e por ele os dois transariam ali mesmo. Mas, a moça sugeriu um banho de mar. Os dois saíram do carro e correram para o oceano. Ele a devorava com os olhos enquanto ela se despia, ela sorriu para ele com um olhar guloso. Entraram na água, que estava fria, mas isso nem de longe diminuiu o entusiasmo de Ricardo. Ela nadou um pouco, ele a seguiu e parou aonde ainda dava pé. Ela voltou e o circulou nadando. Depois, veio em sua direção e o abraçou, enroscando suas pernas ao redor da cintura dele. Ela fez movimentos ritmados, roçando-se nele, mas sem se permitir penetrar. Ricardo foi ficando cada vez mais excitado. Ela murmurou algo: – Meu nome é Tarântula… Ricardo mal ouviu, ele a beijava no pescoço, corria suas mãos pelo corpo dela, tentava dar um jeito de penetrá-la. Ela o beijou no pescoço e…DOR! Uma dor forte no pescoço o paralisou, o abraço dela se tornou firme e suas pernas o apertaram com força na cintura. Ele se sentiu tonto e usou de toda força para afastar o rosto dela do seu pescoço. Ela recuou a cabeça, ele passou a mão pelo pescoço e sentiu um líquido quente e viscoso. Mesmo a luz da lua, percebeu o que era: sangue. Seu sangue! Ela havia arrancado um pedaço do seu pescoço e estava sangrando muito. Sentiu as pernas fraquejarem. Olhou para o rosto dela, os olhos estavam estranhos, ela sorriu e mostrou uma série de dentes afiados como navalhas. Ele tentou gritar, mas ela avançou sobre ele, suas pernas falharam e Ricardo afundou no mar. Sob a luz da lua, o sangue espalhou-se lentamente pelo mar, sendo levado pelas ondas. Por Carlos Klimick Ricardo caminhava com Cíntia pela praia, despreocupado, curtindo seu bronzeado.

Do alto de seus 1,90m e corpo definido, se achava o máximo. Ele tinha boa situação financeira, um emprego estável e um pai com grana. Cíntia era sua atual namorada, não que fosse a única – aos 21 anos de idade estava no auge da forma e queria aproveitar. Era uma desculpa, pois achava que jamais seria fiel, mas servia para o momento. Ricardo era um canalha e sabia disso, mas…tudo bem. A mulherada se amarra num canalha. Era domingo pela manhã, ‘tá bom, meio-dia, mas no domingo até duas da tarde era “de manhã”. Ele estava fazendo a social, curtindo ver as mulheres e ser visto por elas. Depois viria o almoço com a família de Cíntia, mais uma social e sair para zoar…sozinho, claro! Cíntia parou para apreciar umas peças de artesanato que uma moça estava vendendo. Às vezes Cíntia era um saco! Já tinha parado para beber água de coco, para tomar sorvete, para fofocar com amigas, mas tinha ficado impaciente quando Ricardo parou para tomar uma inocente cervejinha com os amigos. Resolveu não se aborrecer e olhar. Ricardo não achou o artesanato grande coisa, mas a artesã…. Ela não era muito bonita, morena de estatura mediana e longos cabelos escuros, mas tinha, sei lá, um carisma, um ar assim meio selvagem. Sentiu-se atraído, seu membro começou a exercitar seu direito de se manifestar. Ele a devorou com os olhos. A moça pareceu perceber seu olhar, ela ergueu a cabeça, olhou para Cíntia, depois para ele, sustentou seu olhar e depois sorriu.

Ricardo também sorriu pensando: – Ganhei. Ele fez uma boa compra, exibindo seu dinheiro, o que deixou Cíntia feliz, ele feliz e a artesã feliz. Despediu-se e seguiu seu caminho com Cíntia. O resto do dia foi interminável, com as frescuras de Cíntia, o almoço com os pais de Cíntia, o papo de Cíntia, a cara da Cíntia, quando finalmente foi embora deixou escapar um suspiro de alívio. Quando entrou no carro, já sabia aonde queria ir. A artesã tinha ficado em seus pensamentos a tarde toda. Ela parecia meio maluquete e provavelmente toparia coisas que a bobona da Cíntia jamais toparia. Excitado, ligou o carro e partiu a toda. Chegou na praia pouco antes do pôr-do-sol. Encontrou a artesã já guardando suas coisas. Parou o carro em frente e buzinou para ela. A moça, pois devia ter por volta dos vinte anos, franziu o cenho e se aproximou. Ele baixou a janela, ela o reconheceu e sorriu. Não estava surpresa, devia estar esperando por ele. Ótimo, gostava de ingênuas, mas também gostava de safadas. Hoje estava a fim de uma cachorra. Ela entrou no carro e ele a levou pra comer algo num trailler ali perto. O papo foi bom, olhares, toques, sorrisos, ele mal se conseguia se conter. Ele praticamente via através da blusa e da saia dela. O colarzinho, a roupinha meio “hippie”. Ricardo podia sentir que ela também o desejava, a menina o estava devorando com os olhos. Saíram de carro para uma praia deserta, sugestão dela. A praia realmente estava deserta. Ricardo estacionou junto a areia e por ele os dois transariam ali mesmo. Mas, a moça sugeriu um banho de mar.

Os dois saíram do carro e correram para o oceano. Ele a devorava com os olhos enquanto ela se despia, ela sorriu para ele com um olhar guloso. Entraram na água, que estava fria, mas isso nem de longe diminuiu o entusiasmo de Ricardo. Ela nadou um pouco, ele a seguiu e parou aonde ainda dava pé. Ela voltou e o circulou nadando. Depois, veio em sua direção e o abraçou, enroscando suas pernas ao redor da cintura dele. Ela fez movimentos ritmados, roçando-se nele, mas sem se permitir penetrar. Ricardo foi ficando cada vez mais excitado. Ela murmurou algo: – Meu nome é Tarântula… Ricardo mal ouviu, ele a beijava no pescoço, corria suas mãos pelo corpo dela, tentava dar um jeito de penetrá-la. Ela o beijou no pescoço e…DOR! Uma dor forte no pescoço o paralisou, o abraço dela se tornou firme e suas pernas o apertaram com força na cintura. Ele se sentiu tonto e usou de toda força para afastar o rosto dela do seu pescoço. Ela recuou a cabeça, ele passou a mão pelo pescoço e sentiu um líquido quente e viscoso. Mesmo a luz da lua, percebeu o que era: sangue. Seu sangue! Ela havia arrancado um pedaço do seu pescoço e estava sangrando muito. Sentiu as pernas fraquejarem.

Olhou para o rosto dela, os olhos estavam estranhos, ela sorriu e mostrou uma série de dentes afiados como navalhas. Ele tentou gritar, mas ela avançou sobre ele, suas pernas falharam e Ricardo afundou no mar. Sob a luz da lua, o sangue espalhou-se lentamente pelo mar, sendo levado pelas ondas.Por Carlos Klimick Ricardo caminhava com Cíntia pela praia, despreocupado, curtindo seu bronzeado. Do alto de seus 1,90m e corpo definido, se achava o máximo. Ele tinha boa situação financeira, um emprego estável e um pai com grana. Cíntia era sua atual namorada, não que fosse a única – aos 21 anos de idade estava no auge da forma e queria aproveitar. Era uma desculpa, pois achava que jamais seria fiel, mas servia para o momento. Ricardo era um canalha e sabia disso, mas…tudo bem. A mulherada se amarra num canalha. Era domingo pela manhã, ‘tá bom, meio-dia, mas no domingo até duas da tarde era “de manhã”. Ele estava fazendo a social, curtindo ver as mulheres e ser visto por elas. Depois viria o almoço com a família de Cíntia, mais uma social e sair para zoar…sozinho, claro! Cíntia parou para apreciar umas peças de artesanato que uma moça estava vendendo. Às vezes Cíntia era um saco! Já tinha parado para beber água de coco, para tomar sorvete, para fofocar com amigas, mas tinha ficado impaciente quando Ricardo parou para tomar uma inocente cervejinha com os amigos. Resolveu não se aborrecer e olhar. Ricardo não achou o artesanato grande coisa, mas a artesã…. Ela não era muito bonita, morena de estatura mediana e longos cabelos escuros, mas tinha, sei lá, um carisma, um ar assim meio selvagem. Sentiu-se atraído, seu membro começou a exercitar seu direito de se manifestar. Ele a devorou com os olhos. A moça pareceu perceber seu olhar, ela ergueu a cabeça, olhou para Cíntia, depois para ele, sustentou seu olhar e depois sorriu. Ricardo também sorriu pensando: – Ganhei. Ele fez uma boa compra, exibindo seu dinheiro, o que deixou Cíntia feliz, ele feliz e a artesã feliz. Despediu-se e seguiu seu caminho com Cíntia. O resto do dia foi interminável, com as frescuras de Cíntia, o almoço com os pais de Cíntia, o papo de Cíntia, a cara da Cíntia, quando finalmente foi embora deixou escapar um suspiro de alívio. Quando entrou no carro, já sabia aonde queria ir. A artesã tinha ficado em seus pensamentos a tarde toda. Ela parecia meio maluquete e provavelmente toparia coisas que a bobona da Cíntia jamais toparia. Excitado, ligou o carro e partiu a toda. Chegou na praia pouco antes do pôr-do-sol. Encontrou a artesã já guardando suas coisas. Parou o carro em frente e buzinou para ela. A moça, pois devia ter por volta dos vinte anos, franziu o cenho e se aproximou. Ele baixou a janela, ela o reconheceu e sorriu. Não estava surpresa, devia estar esperando por ele. Ótimo, gostava de ingênuas, mas também gostava de safadas. Hoje estava a fim de uma cachorra. Ela entrou no carro e ele a levou pra comer algo num trailler ali perto. O papo foi bom, olhares, toques, sorrisos, ele mal se conseguia se conter. Ele praticamente via através da blusa e da saia dela. O colarzinho, a roupinha meio “hippie”. Ricardo podia sentir que ela também o desejava, a menina o estava devorando com os olhos. Saíram de carro para uma praia deserta, sugestão dela. A praia realmente estava deserta. Ricardo estacionou junto a areia e por ele os dois transariam ali mesmo. Mas, a moça sugeriu um banho de mar. Os dois saíram do carro e correram para o oceano. Ele a devorava com os olhos enquanto ela se despia, ela sorriu para ele com um olhar guloso. Entraram na água, que estava fria, mas isso nem de longe diminuiu o entusiasmo de Ricardo. Ela nadou um pouco, ele a seguiu e parou aonde ainda dava pé. Ela voltou e o circulou nadando. Depois, veio em sua direção e o abraçou, enroscando suas pernas ao redor da cintura dele. Ela fez movimentos ritmados, roçando-se nele, mas sem se permitir penetrar. Ricardo foi ficando cada vez mais excitado. Ela murmurou algo: – Meu nome é Tarântula… Ricardo mal ouviu, ele a beijava no pescoço, corria suas mãos pelo corpo dela, tentava dar um jeito de penetrá-la. Ela o beijou no pescoço e…DOR! Uma dor forte no pescoço o paralisou, o abraço dela se tornou firme e suas pernas o apertaram com força na cintura. Ele se sentiu tonto e usou de toda força para afastar o rosto dela do seu pescoço. Ela recuou a cabeça, ele passou a mão pelo pescoço e sentiu um líquido quente e viscoso. Mesmo a luz da lua, percebeu o que era: sangue. Seu sangue! Ela havia arrancado um pedaço do seu pescoço e estava sangrando muito. Sentiu as pernas fraquejarem. Olhou para o rosto dela, os olhos estavam estranhos, ela sorriu e mostrou uma série de dentes afiados como navalhas. Ele tentou gritar, mas ela avançou sobre ele, suas pernas falharam e Ricardo afundou no mar. Sob a luz da lua, o sangue espalhou-se lentamente pelo mar, sendo levado pelas ondas. REDE MUNDIAL DE NOTÍCIAS: Rio de Janeiro. Hoje à tarde foi encontrado na praia do Grumari o corpo do jovem estudante de Direito Ricardo Silva Pereira. O rapaz foi encontrado semidevorado, sendo opinião dos peritos que a morte foi causada pelo ataque de um tubarão. A namorada do rapaz, Cíntia, diz que Ricardo gostava de às vezes nadar no mar à noite para relaxar. Seus amigos dizem que ele um rapaz de boa índole, trabalhador e que evitava problemas, sendo muito querido por todos. O enterro será no Cemitério do Caju, amanhã as 14horas. REDE MUNDIAL DE NOTÍCIAS: Rio de Janeiro. Hoje à tarde foi encontrado na praia do Grumari o corpo do jovem estudante de Direito Ricardo Silva Pereira. O rapaz foi encontrado semidevorado, sendo opinião dos peritos que a morte foi causada pelo ataque de um tubarão. A namorada do rapaz, Cíntia, diz que Ricardo gostava de às vezes nadar no mar à noite para relaxar. Seus amigos dizem que ele um rapaz de boa índole, trabalhador e que evitava problemas, sendo muito querido por todos. O enterro será no Cemitério do Caju, amanhã as 14horas. REDE MUNDIAL DE NOTÍCIAS: Rio de Janeiro. Hoje à tarde foi encontrado na praia do Grumari o corpo do jovem estudante de Direito Ricardo Silva Pereira. O rapaz foi encontrado semidevorado, sendo opinião dos peritos que a morte foi causada pelo ataque de um tubarão. A namorada do rapaz, Cíntia, diz que Ricardo gostava de às vezes nadar no mar à noite para relaxar. Seus amigos dizem que ele um rapaz de boa índole, trabalhador e que evitava problemas, sendo muito querido por todos. O enterro será no Cemitério do Caju, amanhã as 14horas.

O que é RPG segundo Marcelo Adnet

E estamos explicados…

O que é RPG segundo Xuxa

As melhores armas usadas no cinema

Nos filmes de ação e de ficção científica, ou melhor, em quase todos os filmes vemos algumas cenas com armas. E são sempre armas diferentes, desde as comuns usadas no filme Tropa de Elite, até as que na verdade nem existem, como as espadas laser do Guerra nas Estrelas.

Veja as armas mais legais usadas em filme:

Lasers – São extremamente úteis para cortar os seus inimigos ou explodir cidades.

Revólver – A arma escolhida pela maioria dos cowboys, o revólver é ao mesmo tempo um sinal de estilo, mas sem deixar de ser mortal.

Serra Elétrica – Uma das prediletas de Jason Voorhees. Originalmente concebida para ser uma ferramenta para cortar as árvores, a serra elétrica é uma grande arma para cortar até zumbis, ou realizar massacres no Texas.

Pistola de Raios – Não deve ser confundida com o laser, pois pistolas de raios desintegram o seu adversário na mesma hora.

Katana – Muito mais suave e elegante do que um facão, katana é a arma escolhida pelos samurais, e geralmente é um símbolo de honra.

Noisy Cricket – Não podemos julgá-la pelo seu tamanho, já que a Noisy Cricket é uma poderosa arma e foi muito bem utilizada em MIB.

Chicote – Indiana Jones tem um, Mulher-Gato tem um, e inúmeras Dominatrix de filmes pornôs e de comédia do sexo, também têm.

Fonte: Anderssauro

Lançamento RPG Magazine 11

Setembro chegando e com ele a RPGMagazine 11 com um projeto gráfico novo e diagramação renovada.

A edição tem como capa o Novo Mundo das Trevas e inspiração de sobra para Crônicas diversas no sucesso da White Wolf. Como utilizar os mais diversos personagens nela, além de mostrar a diferença de suspense e terror, o bom uso de zumbis e filmes (muitos filmes) como ponto de partida.

Como cenário para apoiar a matéria principal, o famoso e misterioso Edifício Joelma de São Paulo dá as caras e cria um cenário excelente para histórias de horror.

Temos ainda a crítica do livro A Batalha do Apocalipse e do filme A Epidemia, além do conto Por Um Fio Vermelho e novidades nos games.

Matéria especial de franquias que prometiam render continuações e ficaram pelo caminho, como construir um BOM personagem sem deixar ele chato e como agir quando surge a frase: “Mestre, quero jogar de minotauro meio-dragão meio-anjo”.

Tudo isso e mais duas promoções para os twiteiros e cinéfilos de plantão. Não percam, a nova edição da RPGMagazine.

Não perca mais tempo baixe logo a sua clique aqui!

Boa Leitura

Os editores

@rpgmagazine

Prefeitura de São Paulo contrata mestres de RPG

É  serio…

O prazo do edital já acabou, mas logo abre outro.
A prefeitura contrata (paga em dinheiro) pessoas para mestrarem jogos nas bibliotecas públicas.

Veja:

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/noticias/?p=7883

Fonte Spell Brasil

Mini Six ganha nova versão

Mini Six ganha nova versão, mais incrementada! Mini Six é uma versão mais simples do sistema D6 que já foi abordado aqui algumas vezes. Essa versão expande o número de páginas para 38, além de facilitar a leitura visto que as fontes foram ampliadas, além de melhoras visuais. Essa versão está dsiponível durante a GenCon e é o primeiro título disponível com a licença Open D6, tema este que eu devo postar mais em breve.

A seguir, uma tradução do About this book, página 04.

“Mini Six é membro da família de jogos OpenD6.

É cinemático e flexível como seu pai, mas objetiva ser simples e rápido, mantendo o coração da mecânica do sistema, mas simplificando as regras.

Páginas 4 e 5 detalham a criação de personagens enquanto as 6 e 7 provêm toda a mecânica necessária para um jogo completo. A partir dessas quatro páginas estão regras adicionais e opções para expandir seu jogo.

Nas páginas 8 até 13 as regras são úteis apenas em alguns jogos como veículos e magia. Da 14 até a 17 provém para o Mestre uma lista pronto de NPC’s e monstros para popular o jogo. Páginas 18 e 19 provêm rgras variantes para ajudar a modificar para ajudar a mudar o jogo para melhor e se adequar ao estilo da campanha desejada. Nas páginas 20 e 21 o Mestre pode encontrar pequenos conselhos para a criação de campanha e adaptar outros materiais OpenD6 para os jogos Mini Six.

A partir da página 22 você encontrará amostras de cenários. As páginas 34 e 35 contém uma ficha de personagem e uma planilha de auxílio contendo vários dados úteis para servir de referência.”

Conforme é dito acima, o jogo possui agora fontes mais legíveis, duas variações para combate e cinco cenários, sendo três OGL. Todos serão mais detalhados em breve, no próprio site da AntiPaladin Games. Eles são:

Cenários OGL

  • Perdition – Um faroeste espacial que passa na constelação de Vega, mas somente com humanos
  • Rast Moon of Castia – Cenário de fantasia com influência árabe e que incorpora duas raças ao sistema: Brownie e Hannedyn que são dois tipos de fadas.
  • Imperium in Revolt – Cenário futurista envolvendo um Império envolvendo rebeldes e ordem de paladinos

Cenários não OGL

  • Farnsley’s Phantasm Investigations – Cenário de horror vitoriano na qual os personagens são investigadores e caçadores de fantasmas.
  • Precinct’77 – Cenário baseado nas séries policiais dos anos 70 e passa na cidade fictítica de Empire City.

Downloads

Fonte: RedeRPG

RetroPunk Mais Noticias

No dia 10 de agosto, a RetroPunk Game Design firmou uma parceria com a VSCA Publishing para lançar em português o aclamado cenário de ficção científica (hard sci-fi) DIASPORA, bem como seus demais produtos (Deluge e aqueles a serem publicados futuramente, como Soft Horizon). DIASPORA acabou de ganhar, nada menos, que o ENnie de Ouro de Melhor Livro de Regras.

A RetroPunk adquiriu recentemente diversas licenças e irá lançar em novembro o livro em papel de Rastro de Cthulhu (Trail of Cthulhu). Antes de lançar o DIASPORA ela irá lançar o Espírito do Século (Spirit of the Century), pois ambos usam o sistema FATE.

DIASPORA será vendido em PDF e em versão impressa, e a previsão de seu lançamento é para o segundo semestre de 2011.

Diaspora

Gamma World Roleplaying Game

Um RPG insano e ardiloso de perigos pós-apocalípticos.

Terra. Após o apocalipse. Não se preocupe com a radiação – você vai gostar de estar aqui.

D&D Gamma World Roleplaying Game oferece horas de entretenimento escrachado em uma terra selvagem de aventuras, onde os sobreviventes de um futuro desastre mítico devem enfrentar resíduos radioativos, cidades devastadas e anarquia desenfreada.

iante de um cenário nuclear, heroicos sobreviventes procuram artefatos perdidos em ruínas arrasadas, enquanto lutam contra mutantes e outros perigos.

Este é um jogo de RPG completo e independente que usa o sistema da 4ª Edição de Dungeons & Dragons como base. Ele atrai tanto os jogadores de D&D quanto os amantes de ficção científica ambientada em um mundo bizarro e pós-apocalíptico.

A caixa do jogo possui:

- Um livro de 160 páginas com as regras de criação de personagem, as regras do jogo e uma aventura
- Duas cartelas com marcadores destacáveis de personagens e de monstros
- Dois mapas de batalha de dupla face
- Cartões de fichas de personagem e de poderes mutantes
- Baralho de poderes mutantes
- Baralho de poderes adquiridos

Vocês podem conferir o conteúdo da caixa no link a seguir, com as imagens conseguidas em primeira mão pelo site Robot Viking:

http://www.robotviking.com/2010/08/06/first-look-inside-the-gamma-world-box/

D&D Gamma World Roleplaying Game será lançado em 19 de outubro e custará US$ 39,99 dólares. Confiram a imagem da caixa:

Gamma World